segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Curso de Medicina da UECE é o 3º melhor do Brasil no ENADE


Uece comemora 15 anos de criação do MedUECE
O curso de Medicina da Universidade Estadual do Ceará (UECE) obteve a 3ª maior nota no país, no Exame Nacional de Desempenho do Ensino Superior (Enade). Os números foram divulgados no último dia 1º de setembro, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
A nota referente ao desempenho dos alunos do curso de Medicina, pelo Enade, foi 5, pontuação máxima do exame. A UECE oferece o melhor curso de Medicina, pela nota do Enade, do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil, suplantado apenas por dois cursos do Sudeste.
A UECE festeja, neste ano de 2017, os 15 anos de instalação do curso de Medicina (MedUECE). A criação se deu em 23 setembro de 2002, conforme Resolução nº 377, do Conselho Universitário (CONSU). O Projeto Pedagógico do MedUECE foi elaborado conforme as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Conselho Nacional de Educação (Resolução CNE/CES Nº 4, de 7 de novembro de 2001). O curso foi criado na gestão do então reitor Manasses Claudino Fonteles.
O primeiro vestibular do Curso de Medicina da UECE aconteceu em 2003, com uma concorrência de 63,3 para cada vaga, das 40 ofertadas, com 2.540 inscritos. Agora, em 2017, no ranking dos cursos mais procurados, o campeão mais uma vez foi o de Medicina, com 171,5 candidatos para cada vaga, com 5.146 inscritos. Atualmente o curso tem 198 alunos matriculados, e já formou 378 profissionais. No tocante à titulação docente, 80% dos professores são mestres e doutores.
Para o atual reitor da UECE, professor Jackson Sampaio, o processo de formação no curso de Medicina é longo, intenso e deve ser tutorial, aproximando professor de aluno e aluno de cada realidade sanitária enfrentada. São seis anos de curso que garante ao aluno o diploma como Médico Geral Comunitário e da Família. Desses seis anos, os quatro primeiros são considerados os de estudos básicos, os dois últimos são de ensino profissional, o chamado internato, quando o aluno praticamente frequenta apenas ambientes hospitalares e de Medicina de Família, conhecendo as áreas de saúde e suas especialidades.
O titular da Uece vai além, “o curso promove e mantém a saúde individual e coletiva da população brasileira, cearense em particular, por meio de formação científica, ética e humanista, integrada criticamente às políticas públicas de saúde”. O credenciamento dos oito hospitais estaduais, situados em Fortaleza, como hospital universitário em rede, oferece o formato geral do curso. A existência de gratificação de trabalho relevante para os médicos dos hospitais credenciados, visando o acompanhamento dos estudantes nos campos de prática, realiza a integração ensino/assistência. A oferta de 40 vagas/ano caracteriza a dimensão artesanal. A dinâmica curricular, acompanhada semestre a semestre por atividades prático/teóricas em Saúde Coletiva, prepara o estudante para sua missão.
O curso tem como propósito formar médicos capacitados para trabalhar em equipe multiprofissional, vendo o paciente dentro de um contexto de saúde integral, em uma realidade biopsicossocial. Adiante-se que o médico deve ser capaz de resolver a maior parte das demandas, sabendo discernir a oportunidade de referir para atendimentos de maior complexidade, bem como de dar seguimento às contra-referências de serviços mais especializados. A par disso, tem capacidade para intervir na comunidade, interagindo com seus componentes, no intuito de identificar as reais necessidades de saúde, assegurando, por conseguinte, melhor qualidade de vida ao cidadão.
O Curso de Medicina, coordenado pela professora Maria Denise Carvalho de Andrade, pertence ao Centro de Ciências da Saúde, que tem como Diretora, a Professora Gláucia Posso Lima. O reitor da UECE, professor Jackson Sampaio, é médico, participou do processo de criação do curso e é Professor Titular em Saúde Pública, vinculado ao seu corpo docente.
Fonte: Uece/Assessoria de Comunicação, em 6/09/2017.

domingo, 10 de setembro de 2017

DIA MUNDIAL DO HOMEM


Vocês acham que é fácil ser homem?
Estamos iniciando uma campanha mundial para a instauração do Dia Internacional do Homem.
Já existe dia da mulher, dia do cachorro, dia do gay, até dia do contador de piada!
Por que não o Dia Internacional do Homem?
Algumas razões para a criação do Dia Internacional do Homem:
1) Quem se veste como pingüim no dia do matrimônio?
R: O humilde homem!
2) Quem é que, apesar do cansaço e do stress, jamais poderá fingir um orgasmo?
R: O sincero homem!
3) Quem é o encarregado de matar as baratas da casa?
R: O valente homem!
4) Quem é que toma banho e se veste em menos de vinte minutos?
R: O ágil homem!
5) Quem é que tem de gastar consideráveis somas em dinheiro comprando presentes para o dia das mães, da esposa, da secretária e outras festas inventadas pelo homem para satisfazer à mulher?
R: O dadivoso homem!
6) Quem jamais conta uma mentira, mas apenas versões?
R: O ético homem!
7) Quem é obrigado a ver a mulher com os rolinhos nos cabelos e cara cheia de cremes?
R: O compreensivo homem!
8) Quem tem que passar por uma TPM calado todo mês?
R: O calmo homem!
E mais:
* A tortura de ter que usar terno no verão.
* O suplício de fazer a barba todo dia.
* O desespero de uma cueca apertada.
* Viver sob o permanente risco de ter que entrar numa briga.
* Pilotar a churrasqueira nos fins de semana enquanto todas se divertem.
* Ter sempre que resolver os problemas do carro.
* Ter a obrigação de ser um atleta sexual.
* Ter que notar a roupa nova dela.
* Ter que notar que ela mudou de perfume.
* Ter que notar que ela trocou a tintura do cabelo de Imédia 713 para a 731 louro bege salmon plus up light forever.
* Ter que notar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja somente um centímetro.
* Trabalhar q nem um jumento de carga em prol de uma família que reclama que você trabalha que nem um jumento de carga!
E depois as mulheres ainda acham que é fácil ser homem, só porque nós não menstruamos...
Caso fosse assim, aí nós seríamos até santificados!
É por tudo isso que estamos lançando a campanha do DIA DO HOMEM o dia 1º de Novembro (DIA DE TODOS OS SANTOS).
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

O GALO E AS VELHINHAS...


Um velho fazendeiro vai ao cinema e o bilheteiro pergunta:
- O que é isso no seu ombro?
- É meu galo de estimação, raça legorn.
- Lamento, senhor, mas não permitimos animais no cinema.
O fazendeiro aparentemente concorda.
Vai ao toalete e enfia o bicho na calça.
Volta, compra o ingresso, entra e senta-se ao lado de duas idosas.
Quando o filme começa, o fazendeiro abre a braguilha para o galo respirar e o bicho bota o pescoço pra fora, todo feliz.
Uma das idosas cochicha para a outra:
- Acho que o cara ao meu lado é um tarado.
- Por quê? - indagou a outra.
- É que o cara botou o negócio pra fora!
- Ah, não te preocupa, na nossa idade nós já vimos de tudo.
- Eu também pensava a mesma coisa, mas o negócio tá comendo a minha pipoca!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

sábado, 9 de setembro de 2017

MINEIRIM NO RIDIJANEIRO


Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele.
Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha.
O bicho ia até pertim do juêio... A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
- Qui qui foi, uai? Seus bobãom... vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém...?
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

HOMENAGEM AOS CEARENSES


Cearense não fica solteiro, ele fica "solto na bagaceira".
Cearense não conserta, ele. "imenda".
Cearense não bate, ele 'senta-le' a mão.
Cearense não bebe um drink, ele "toma uma".
Cearense não é sortudo, ele é "cagado".
Cearense não corre, ele "dá uma carreira".
Cearense não percebe, ele "dá fé".
Cearense não sai apressado, ele sai "desembestado".
Cearense não aperta, ele "arroxa"
Cearense não dá volta, ele "arrudeia".
Cearense não ouve barulho, ele ouve "uma zuada".
Cearense não quebra algo, ele "tora".
Cearense não fica triste, ele fica "encabulado".
Cearense não desconhece seus conterrâneos , ele pergunta "é Fii de quem?".
Cearense não dá bronca, dá "carão".
Cearense quando não casa, ele fica "amansebado".
Cearense não é mulherengo, ele é "raparigueiro".
Cearense não se dá mal, "se lasca todinho".
Cearense quando se espanta não diz: - Xiiii! Ele diz: Oxe! Oxente !
Cearense não briga, "Quebra o pau".
Cearense não fica bravo, fica "virado a pext".
Cearense não fica apaixonado, ele "arrêia os pneus".
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

“EIS-ME AQUI, FAÇA-SE”

Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)

Não consigo compreender como alguém pode duvidar da intercessão de Nossa Senhora

Como já é tradição, todos os anos a Igreja dedica o mês de agosto para a reflexão das vocações. Neste ano, fomos chamados a celebrar o Ano Nacional Mariano, por ocasião dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, no rio Paraíba do Sul, com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, proposto pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com a Pastoral Vocacional.
Em outubro de 1717, a imagem foi encontrada por João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedroso, no rio Paraíba do Sul. Acharam primeiro o corpo e, depois, a cabeça da imagem. Após esse encontro, os três humildes e benditos pescadores foram recompensados com uma prodigiosa pescaria.
Aos pés da imagem pequena e escura de terracota, com 36 cm, uma nação dobra-se em veneração à Mãe do Brasil e em profunda adoração a Jesus, Nosso Salvador.
A história da imagem não justifica o fenômeno que a vejo provocar na vida das pessoas e, em particular, na minha. Assim sendo, só há uma explicação: Deus, infinitamente bom e zeloso, quis presentear-nos com a tal predileção, enfatizando, acima dos detalhes, a importância da fé que une e conduz verdadeiras multidões ao rebanho de Jesus.
Sou fruto e testemunha viva do poder intercessor de Nossa Senhora Aparecida. Sou o milagre vivo de uma oração de minha mãe, que, ao me ver nascer sufocado pelo cordão umbilical, após ter sido batizado às pressas, fui consagrado a Nossa Senhora Aparecida. Em minha alma trago eterna gratidão: nos lábios, os louvores e no meu segundo nome, a marca daquela que intercedeu a Jesus e salvou minha vida: meu nome de batismo é Reginaldo Aparecido Manzotti.
Não há um momento da minha vida que eu não consiga enxergar Nossa Senhora me protegendo e amparando. E não consigo compreender como em alguns momentos alguém pode duvidar da intercessão de Nossa Senhora. Nós temos uma Mãe, não somos órfãos e, se uma mãe aqui da Terra tira da boca para dar a seus filhos, imaginem Nossa Senhora, que é toda santa, pura, imaculada e repleta de amor.
Se Maria foi exaltada por Deus, claro que foi em vista dos méritos de Jesus. Se Deus a escolheu, enviou um anjo, a proclamou a cheia de graça. Se Deus fez dela a arca de toda a humanidade, então, que ninguém tenha receio de recorrer a ela, de venerá-la, de exaltá-la e proclamá-la bendita entre todas as mulheres.
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).
Fonte: O Povo, de 3/8/2017. Opinião. p.17.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

DO PÃO DE LÓ AO TRANSATLÂNTICO


Por João Soares Neto (*)
Tenho recebido e-mails e whatsaap (não uso os demais aplicativos) de leitores, amigos, familiares e até de estranhos, relatando a preocupação dessas pessoas com a situação econômico-institucional do Brasil. Ao mesmo tempo, pedem uma opinião minha.
Vamos lá. Há um mundo de opiniões extremadas nas mídias sobre o nosso país. Há os que desejam o desaparecimento de toda a classe de políticos. Lula, Temer, Ciro, Bolsonaro, Doria e Alckmin vão de quase deuses a demônios. Há uma semi-unanimidade favorável à Polícia Federal, Operação Lava-Jato e ao Juiz Sérgio Moro. E querem outras investigações.
Não há como negar que a Crise Econômica de 2008, ao contrário do que pensavam muitos, atingiu o Brasil. Foi de “marolinha” para um quase tsunami. É bem verdade, soube-se depois, que as rédeas e os cofres da economia nacional estavam à deriva.
Bancos públicos se acumpliciaram de todas as formas com grandes empresas nacionais, ao mesmo tempo em que concorrências eram dirigidas sempre aos mesmos grandes “players”. Esses fatos foram reverberando para os estados membros. Só agora, começam a aparecer, de leve, na Mídia.
Por outro lado, as comodities (matérias-primas) perderam o avanço de preços, face à diminuição de atividades industriais dos grandes países importadores. Assim, com menos procura, os preços caem. Simples. Somos grandes exportadores de matérias-primas. Haja prejuízos. O Brasil grande pedia Copa do Mundo e Olímpiadas. Papo, desvios e prejuízo.
Verificou-se que a eficiência e a eficácia prometidas nas licitações, concessões, privatizações e parcerias público-privadas, eram, quase sempre, fajutas. Não havia fiscalização. Ou quando havia, agentes públicos e lobistas facilitavam tudo. Conluios.
Cada operação da Polícia Federal nos últimos anos descobre um liame solto e, ao cabo, elas atingem, quase sempre, repetidas figuras de empresários, políticos e dirigentes de órgãos públicos, especialmente os que possuíam – e ainda possuem- diretorias compostas por indicações partidárias. Brasil a dentro.
Nada é novo. Apenas me desobrigo dos pedidos com ajuda de Samuel Pessôa, com circunflexo, físico com doutorado em economia, em artigo na Folha de São Paulo, 20 deste agosto de 2017, p A28. Ele refere: “O grosso das nossas distorções prejudiciais ao crescimento econômico inclusivo – a maior arma de combate à pobreza no Brasil e no mundo -não tem origem no conflito entre equidade e crescimento. Na verdade, a maior parte delas é fruto das ações dos grupos de pressões que criam isenções e favorecimentos para si em detrimento do bem comum”.
E dá nome ao gado: “A lista de meias-entradas, na feliz expressão de Marcos Lisboa e Zeina Latif, é longa: aposentadoria integral de servidor público; contribuições compulsórias sobre a folha para o sistema S; grupos isentos de pagar imposto de renda; excessos de Bolsa Ditadura; excessos da Lei Rouanet; regimes tributários especiais do PIS, COFINS, ICMS, Simples e lucro presumido; empréstimos subsidiados; Zona Franca de Manaus; direito irrestrito de greve de servidor público; benefícios aos Estados do Centro-Oeste, apesar de sua renda per capita ser equivalente à de Minas Gerais; etc.”
Essas atitudes precisam ser coibidas. Isso, entretanto, nunca poderá ser alcançado em nenhum governo de coalização, o que temos desde 1999. No próximo ano, haverá eleição para Presidente, Governadores, uma parte dos senadores, deputados estaduais e federais. Cada pessoa conclua o que deduziu desta análise. Daí para frente, o problema é seu. É meu. É nosso. E de todos. O Brasil superará esses descalabros, acredite.
(*) João Soares Neto é escritor e membro da Academia Cearense de Letras.
Publicado In: Suplemento de O Povo, de 25 de agosto 2017.
 

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