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sábado, 20 de abril de 2024

CORRIGIR SEM HUMILHAR

Um jovem encontra um senhor de idade e lhe pergunta:

- Se lembra de mim? E o velho diz NÃO.

Então o jovem diz que ele era aluno dele.

E o professor pergunta:

- O que você está fazendo, o que você faz para viver?

O jovem responde:

- Bem, eu me tornei professor.

- Ah, que bom, como eu? (disse o velho)

- Pois sim.

Na verdade, eu me tornei professor porque você me inspirou a ser como você.

O velho, curioso, pergunta ao jovem que momento foi que o inspirou a ser professor.

E o jovem conta a seguinte história:

- Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou com um relógio novo e bonito, e eu decidi que queria para mim e eu o roubei, tirei do bolso dele.

Logo depois, meu amigo notou o roubo e imediatamente reclamou ao nosso professor, que era você.

Então, você parou a aula e disse:

- O relógio do seu parceiro foi roubado durante a aula hoje.

Quem o roubou, devolva-o.

Eu não devolvi porque não queria fazê-lo.

Então você fechou a porta e disse para todos nós levantarmos e iria vasculhar nossos bolsos até encontrarmos o relógio.

Mas, nos disse para fechar os olhos, porque só procuraria se todos tivéssemos os olhos fechados.

Então fizemos, e você foi de bolso em bolso, e quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou.

Você continuou procurando os bolsos de todos e, quando disse:

- "Abra os olhos. Já temos o relógio."

Você não me disse nada e nunca mencionou o episódio.

Nunca disse quem foi quem roubou o relógio.

Naquele dia, você salvou minha dignidade para sempre.

Foi o dia mais vergonhoso da minha vida.

Mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva de não me tornar ladrão, má pessoa, etc. Você nunca me disse nada e, mesmo que não tenha me repreendido ou chamado minha atenção para me dar uma lição de moral, recebi a mensagem claramente.

E, graças a você, entendi que é isso que um verdadeiro educador deve fazer.

Você se lembra desse episódio, professor?

E o professor responde:

- "Lembro-me da situação, do relógio roubado, que procurava em todos, mas não lembro de você, porque também fechei os olhos enquanto procurava."

Esta é a essência do ensino:

Se para corrigir você precisa humilhar; você não sabe ensinar.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

segunda-feira, 24 de julho de 2023

FUNDAMENTOS DA MORAL

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)

Observando-se o pensamento de filósofos clássicos, neoclássicos e modernos, como Pitágoras, Aristóteles, Platão, Max Weber, Kant, Heidegger, Hegel, Marx e mais recentemente Sartre, nota-se uma preocupação básica com a verdade e a existência. Por isso, todos foram formadores de Escolas que serviram e ainda servem de orientação a muitas pessoas. Apesar das controvérsias, todos buscaram formas para justificar, de acordo com suas teses e convicções, o sentido da vida, da moral, da ética, etc. Detendo-se na análise do comportamento moral, a máxima maquiavélica, “o fim justifica os meios”, no nosso entender não vale, pois para uma ação ser julgada moralmente boa é preciso que seja alcançada com nenhum outro objetivo além daquele a cumprir o próprio dever. A moral e a política, por exemplo, deslocam-se dentro do âmbito de dois sistemas éticos distintos. A política é mutável ou dinâmica, conforme o Estado e o Governo, já a moral é permanente. O importante é compatibilizar a política e a moral dentro de princípios éticos que respeitem a lei e a liberdade com responsabilidade. Tanto Platão como Aristóteles afirmaram que o objetivo da política não é o viver, mas o viver bem, ou seja, a convivência ordenada. Já Kant, faz a distinção entre o moralista político e o político moral, condenando o primeiro e enaltecendo o segundo. Merece reflexão e cuidado a afirmativa de que por “razão de Estado”, será aceito um conjunto de princípios baseados nas ações que não seriam justificadas se cumpridas por um indivíduo isolado. Mas exaltadas e enaltecidas se cumpridas pelo governante, ou por qualquer pessoa que exerça o poder em nome do Estado. Em qualquer sociedade é importante observar o que é moralmente lícito ou ilícito ressaltando-se a ética política, profissional, familiar, sexual, enfim a ética comportamental. Devemos obedecer a um código de regras e normas compatíveis com a verdade divina. Não estamos nos referindo a uma religião, doutrina ou seita, mas fundamentalmente à espiritualidade representada pelo amor, solidariedade, perdão, compaixão dentre outros sentimentos. A vida é mais agradável e bela quando percebemos a presença de amor e a ausência da inveja. Torna-se básico a exaltação dos valores internos e morais, para que possamos buscar a felicidade e a esperança. Por sua vez, o conceito de violência está ultrapassado. A destruição de nossos semelhantes é a nossa própria destruição. O sentido da vida é ser feliz e útil.

(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.

Fonte: Diário do Nordeste, 26/05/2023. Ideias.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

CONTRA A FORÇA NÃO HÁ ARGUMENTO

Meraldo Zisman (*)

Médico-Psicoterapeuta

Estudamos a História por muitos motivos, entre os mais importantes está achar rastros ou pistas para compreender o presente. O Brasil não é uma ilha, faz parte do Mundo, onde encontraram espaço para abrigar o comunismo, o fascismo e demais assemelhados.

A era industrial e a economia passaram para a era agora denominada digital, gerando desemprego, embora surjam novas profissões com os óbices inerentes às mudanças, que exigem novas capacidades técnicas e a ansiedade com a perda das que garantiam empregos, aposentadoria e demais pseudo seguranças.

Essa nova situação levou as massas para ideologias que vão da extrema direita ao fascismo e ao comunismo, causando intolerâncias genitoras das polarizações. O mais interessante é que cada uma delas defende e propaga o mesmo alvorecer para alcançar objetivos assemelhados, por caminhos diferentes, que levam a disputas para garantir – assim o dizem – o bem-estar dos povos, definido segundo cada sistema de ideias. Para lembrar um termo em moda, deveríamos alcançar a tal da Democracia, termo esse muito mal empregado, pois significa apenas um sistema eleitoral que permita à maioria da população escolher alguém que – supostamente – a vai defender.  Seja por qual motivo for, esses extremismos nada construíram. Mas sei que deles advieram o aumento e a pressa ansiosa de conseguir tais metas utópicas cujos resultantes são as destruições, desavenças, brigas, sangue e mortes que sempre foram a argamassa de todas as Guerras. Sejam elas locais, tribais ou mundiais. A mídia atual engorda as dúvidas, aumentando a ansiedade da Humanidade, ao invés informar.

Quando assisto a tantas mortes, desatinos, destruições, recordo-me de minha infância quando ouvi por vez primeira, contada em minha língua materna, a lenda reescrita por Monteiro Lobato que dizem por aí foi obra de Esopo (620 a.C.? — 564 a.C.?), de existência histórica bastante duvidosa…

Mas vamos a fabular:

“Estava o cordeiro a beber num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto.

— Que desaforo é esse de turvar a água que venho beber? — disse o monstro arreganhando os dentes.  Espere, que vou castigar tamanha má-criação…

O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência:

— Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim?

Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta, mas não deu o rabo a torcer. Além disso — inventou ele — sei que você andou maldizendo de mim no ano passado:

— Como poderia maldizer do senhor no ano passado, se nasci este ano?

Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu:

— Se não foi você, foi seu irmão mais velho, dando no mesmo:

— Como poderia ser meu irmão mais velho, se sou filho único?

O lobo furioso, vendo que com razões claras não vencia o pobrezinho, veio com uma razão de lobo faminto:

— Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô! 

E — Nhoque! — sangrou-o no pescoço”.

Conferir em Fábulas, Monteiro Lobato, São Paulo, Ed. Brasiliense: 1966, 20.ª edição.

Leituras de infância, dessas não nos esquecemos -nunca. Ficam encravadas na nossa espécie. Continuo dizendo “a criança é o pai do Homem” e contra a força não há argumento. Nunca mudou!

(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE), da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES) e da Academia Recifense de Letras. Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

S.O.S. (Slower, Older, Smarter)

Um Boeing 777 sobrevoa o Atlântico, indo para o aeroporto de destino.

Seu voo muito calmo e estável a velocidade de 800 km /h e a 30.000 pés, é interrompido quando de repente um F-18 aparece em quase Mach 2.

O piloto do avião de combate desacelera, voa ao lado do Boeing e cumprimenta o piloto do avião de passageiros por rádio:

Piloto de Combate: "Entediante o vôo?"

Piloto do Boing: "O que?"

O piloto de caça reverte, acelera, quebra a barreira do som, rapidamente sobe a alturas vertiginosas e velocidade incrível, em seguida, de volta para baixo quase ao nível do mar, em um mergulho impressionante.

Reduz a velocidade e volta para o lado do Boeing e pergunta:

"Bem, o que você achou disso?"

O piloto da Boeing responde:

"Muito impressionante, mas agora olhe você para mim!"

O piloto de caça olha para o Boeing, mas nada acontece. O avião comercial continua a voar em linha reta e nivelado com a mesma velocidade e atitude.

Após cinco minutos, o piloto da Boeing diz no rádio:

"Bem, o que você achou?"

O piloto do avião de combate pergunta confuso:

"Mas o que você fez?"

O piloto comercial ri e responde:

"Eu me levantei da minha cadeira, estiquei as pernas, fui até o toilete, tomei uma xícara de café, comi um croissant e marquei com uma aeromoça para as próximas três noites em um Hotel 5 Estrelas, que é pago pelo meu empregador".

Moral da história: Quando você é jovem, velocidade e adrenalina parecem ser uma excelente companhia. Mas à medida em que você envelhece e é mais sábio, conforto e paz não devem ser subestimados.

Fonte: Internet (circulando por e-mails e iPhones). Sem autoria explícita.


sábado, 16 de janeiro de 2021

CONTO INSPIRADOR: O Mestre Samurai

No Japão, vivia um grande e velho mestre samurai, dedicado a ensinar aos jovens. Apesar de sua idade, todos sabiam que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Uma tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por lá. Ele era famoso por usar a técnica da provocação. Ele esperava que o adversário fizesse o primeiro movimento para imediatamente contra-atacar numa velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro nunca havia perdido um embate. Como ele tinha ouvido falar sobre o mestre dos samurais, ele foi procurá-lo para derrotá-lo e, assim, aumentar sua fama e prestígio. Todos os alunos do professor se manifestaram contra a ideia, mas o professor aceitou o desafio.

Então foram todos para a praça da cidade e o jovem arrogante começou a insultar o professor. Depois, jogou algumas pedras nele, cuspiu na cara dele e continuou gritando ao ancião todos os insultos conhecidos, ofendendo até seus ancestrais.

Por horas, o jovem fez de tudo para provocá-lo, mas o mestre samurai permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o jovem guerreiro se retirou.

Os alunos do professor, desapontados porque o mestre aceitou tantos insultos e provocações, lhe perguntaram:

“Mestre, como você pôde suportar tantas humilhações? Por que você não usou sua espada, em vez de se mostrar covarde diante de nós?”

O professor respondeu: "Se alguém lhe oferece um presente e você não o aceita, a quem o presente pertence?"

"Para quem tentou entregá-lo", respondeu um dos estudantes.

O mestre disse-lhes: "O mesmo acontece com a raiva e os insultos; quando não são aceitos, continuam a pertencer àqueles que não puderam passá-los aos outros".

Moral: Às vezes, algumas pessoas descontam a raiva que as consome em outras pessoas com provocações e insultos; no entanto, cabe a você aceitá-los ou não.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

O IDIOTA E A MOEDA

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

– Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.

O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.

Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles!!!

Fonte: Internet (circulando por e-mail e iPhones). Sem autoria explícita.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

CRIANÇA: Lições de moral

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)

Luizinho possuía oito anos de idade, era filho adotivo, há quase seis, do senhor João e de dona Helena, morava numa cidade média e cursava a terceira série do curso primário. Aluno exemplar e, apesar de pouca idade, voraz leitor de livros. A leitura era um bom vício daquela criança, querida e admirada por seus coleguinhas e pela professora Fátima. Era, carinhosamente, chamado pelos amiguinhos de professor Luiz. Sua leitura predileta eram as fábulas de Esopo. Certo dia o senhor João entrou no quarto do garoto e percebeu que ele estava com três livros contendo várias fábulas de Esopo. O menino, além de muito inteligente era precoce. Percebendo a presença do pai, convidou-o para ler e interpretar algumas histórias. Selecionou seis fábulas e disse ao senhor João: vou ler algumas e juntos examinaremos a lição de moral de cada. Dizia o nome da fábula (todas de Esopo), lia e tirava a conclusão. Seguem: “A águia e a raposa”- o agressor que não é punido por suas vítimas mais fracas, não escapa do castigo de Deus; “O cão que perseguia o leão”- os arrogantes recuam, quando os mais fortes reagem; “O corvo e a cobra”- existem pessoas que põe em perigo a própria vida para encontrar algo desprezível; “O leão furioso e o veado”- fique longe das pessoas poderosas que fazem o mal; “O sol e as rãs”- as pessoas levianas aplaudem sem sentido; “A cigarra e a formiga”- uma pessoa deve trabalhar para não passar necessidade. Após a leitura e interpretação das fábulas por Luizinho, seu pai ficou admirado e entusiasmado. Filho querido, você me enche de orgulho! Continuou, estou vaidoso! Não pense assim papai, pois orgulho e vaidade são armas usadas pelos fracos e frustrados, o que não é o seu caso. O senhor é humilde, bom e generoso. Sejamos, pai, semeadores de sonhos e esperanças para alcançarmos a realidade. Peço-lhe a bênção.

(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.

Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 4/9/2020.

sábado, 21 de dezembro de 2019

A NOVA DIREÇÃO


Uma empresa entendeu que estava na hora de mudar o estilo de gestão e contratou um novo gerente geral. Este veio determinado a agitar as bases e tornar a Empresa mais produtiva.
No primeiro dia, acompanhado dos principais assessores, fez uma inspeção geral na empresa.
No armazém todos estavam trabalhando, mas um jovem estava encostado na parede com as mãos no bolso. Vendo uma boa oportunidade de demonstrar a sua nova filosofia de trabalho, o novo gerente perguntou ao rapaz:
- Quanto é que você ganha por mês?
- Seiscentos reais, por quê? - Respondeu o rapaz sem saber do que se tratava.
O administrador tirou os R$ 600,00 do bolso e os deu ao rapaz, dizendo:
- Aqui está o seu salário deste mês. Agora desapareça e não volte aqui nunca mais!
O rapaz guardou o dinheiro e saiu conforme as ordens recebidas.
O gerente então, enchendo o peito, pergunta ao grupo de operários:
- Algum de vocês sabe o que este tipo fazia aqui?
- Sim senhor - responderam atônitos os operários.
- Veio entregar uma pizza e estava aguardando o troco.
Moral: Tem pessoas que desejam tanto MANDAR, que se esquecem de PENSAR.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

domingo, 6 de outubro de 2019

O LÁPIS


O menino observava seu avô escrevendo em um caderno, e perguntou:
— Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu, e disse ao netinho:
— Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele, quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:
— Mas este lápis é igual a todos os que eu já vi. O que ele tem de tão especial?
— Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo, respondeu o avô.
Primeira qualidade: assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça de que existe uma "mão" que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade: a mão de Deus.
Segunda qualidade: assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um "apontador". Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor.
Terceira qualidade: assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo.
Quarta qualidade: assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência.
— Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas na vida das pessoas, portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

13 LIÇÕES DA ARCA DE NOÉ


1ª LIÇÃO - É importante ser pontual e não chegar depois da hora programada de partida.
2ª LIÇÃO - Lembre-se que todos são diferentes, mas estamos no mesmo Barco. Lá tinham desde ovelhas até lobos.
3ª LIÇÃO - Não deixe para executar os seus planos só no futuro, comece hoje! Não estava chovendo quando Noé começou a construir a Arca.
4ª LIÇÃO - Nunca se sinta velho, apesar do fato de alguém dizer que seu tempo já passou e que na sua idade você não pode fazer nada de grande valor.
5ª LIÇÃO - Não dê atenção às opiniões negativas, mas continue o trabalho que lhe foi confiado.
6ª LIÇÃO - Tudo o que você fizer e construir faça de boa vontade e qualidade, embora não seja profissional ou não seja o que você mais sabe fazer.
7ª LIÇÃO - Quando procurar uma companhia para sua viagem na vida, encontre uma pessoa que tenha os mesmos ideais relacionados a você. Os opostos podem se atrair, mas não conseguirão muito mais que isso. Então procure um parceiro que compartilhe a mesma meta e visão de continuar caminhando para a Arca.
8ª LIÇÃO - Se você sentir que seu progresso é lento, não se desespere, o importante é a perseverança. As tartarugas estavam a bordo da Arca e foram salvas assim como os animais ágeis.
9ª LIÇÃO - Apesar de no início você se sentir sozinho ou de fazerem piadas, não se desvie da estrada e escolha os alvos corretos.
10ª LIÇÃO - Não despreze os esforços das pessoas comuns. A Arca foi construída por amadores e o Titanic por profissionais.
11ª LIÇÃO - Não há opção! Você tem que participar na construção da Arca, a fim de poder ser salvo por ela. Não há volta!
12ª LIÇÃO - Uma só equipe e seus membros construíram a Arca. Não foram construindo cada um a sua própria.
13ª LIÇÃO - Não importa qual a tempestade que você está enfrentando. Deus deixará sempre um arco-íris à sua espera.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

sábado, 21 de julho de 2018

A FORMIGA E A CIGARRA EM VERSÃO MODERNA


Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar.
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas!
- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
- Desejo sim, respondeu a formiguinha.
- Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'Puta Que O Pariu!!!'
Moral da História: Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e... Seja feliz !
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria definida.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O NÚCLEO FAMILIAR CONTINUA INSUBSTITUÍVEL (MORAL)



Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Com o advento da Internet constatou-se a recrudescência da infantilização do público. Deve haver algum motivo além dos suspeitos tradicionais: banalização da mídia, isolamento social, cultura de consumo e tantos outros argumentos tentadores à sua aclaração causal.
Em 1988, o psicanalista Jurandir Freire Costa alertava que a sociedade brasileira poderia estar chegando a um perigoso ponto de não retorno. Ela estaria incorporando quatro valores: cinismo, narcisismo, violência e delinquência. À época, seus estudos tinham como referência, entre outros, as ideias do filósofo alemão Peter Sloterdijk, cujas ideias culminariam no clássico livro “Crítica da Razão Cínica”, publicado na Alemanha em 1983 e traduzido para o português em 2012.
Nele, o autor aborda o crescimento do cinismo em escala institucional e pessoal, na atualidade. Para este autor, sob a capa das instituições e grupos, e em contrapartida com discursos de interesse público, crescem os componentes cínicos que se amparam em interesses privados. Estudioso do cinismo que se agigantava, o pensador alemão descria de efeitos positivos das potencialidades midiáticas tradicionais para a soberania popular ou a democracia.
Já o ponto de não retorno de Freire Costa atingiria diversas instituições e o comportamento individual. Segundo o psicanalista, a cultura do cinismo deriva da cultura narcísica e se não há como recorrer a regras supra individuais, historicamente estabelecidas pela negociação e pelo consenso para dirimir direitos e deveres privados, tudo passa a ser uma questão de força, de deliberação ou de decisão, em função de interesses particulares. Daí decorre o recurso sistemático à violência, à delinquência, à mentira, à escroqueria, ao banditismo ‘legalizado’ e à omissão de responsabilidade, que caracterizam a ‘Cultura cínico-narcísica’ dos dias de hoje” (Costa: 1989, p. 30-31).
Trabalhos recentes produzidos na Universidade de Stanford vêm demonstrando a importância da mídia social, através de dispositivos móveis ou fixos, e da influência do poder de propaganda das várias parafernálias eletrônicas que hoje acompanham a formação dos jovens e afetam o comportamento de pessoas de todas as idades.
Avoco a atenção do leitor para os trabalhos pioneiros do pediatra e psicanalista inglês Donald Woods Winnicot (1896-1971) afirmando que a criança aprende o mundo brincando e não distingue a realidade verdadeira da ilusória, imaginária, fantasiosa, idealizada. Ao brincar ela vai aprendendo a separar, a distinguir fatos e ideias – e cada pessoa tem um potencial inato distinto, para amadurecer e integrar-se.
Lembro ainda, de passagem, que essa tendência, apesar de ser inata, não ocorre necessariamente. Sua ocorrência dependerá de um ambiente facilitador que forneça apoio e direcionamento, assim como os de um lar, família, diálogo, carinho, aconchego. Ressalte-se ademais que a educação vai depender das necessidades de cada criança in-di-vi-du-al-men-te, já que cada pessoa responderá ao ambiente de forma própria, apresentando, a cada momento, condições, potencialidades e dificuldades diferentes para completar suas capacidades morais.
Na contemporaneidade, as informações são veiculadas, principalmente, pelo mundo virtual e absorvidas através de interpretações apressadas e superficiais. As pessoas, independentes da faixa etária, são levadas a uma dissimilação oculta da realidade, passando a viver em um mundo de ficção que as leva a uma infantilização globalizada.
Advirto: O adulto de hoje está perdendo a noção de como distinguir, por exemplo, o que é ético daquilo que fere a sociedade constituída. Boa parte do nosso aprendizado dá-se por imitação dos mais velhos. A aprendizagem começa na primeira infância e termina com a morte e repito, o núcleo familiar é insubstituível para o aprendizado e a compreensão da Moral.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha). Foi um dos primeiros neonatologistas brasileiros.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

O CIRURGIÃO CARDÍACO E O MECÂNICO


Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardíaco muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?
Conclusão: “QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.”
Fonte: Historinha recorrente na internet.

sábado, 9 de maio de 2015

Sherlock Holmes e Dr. Watson no acampamento

Sherlock Holmes e Dr. Watson vão acampar. Montam a barraca e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho deitam-se para dormir.
Algumas horas depois, Holmes acorda e cutuca seu fiel amigo:
- Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.
Watson responde:
- Vejo milhares e milhares de estrelas...
Holmes então pergunta:
- E o que isso significa?
Watson pondera por um minuto e depois enumera:
1) Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias e, potencialmente, bilhões de planetas.
2) Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
3) Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03h15min pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
4) Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenos e insignificantes.
5) Meteorologicamente, suspeito que teremos um lindo dia amanhã. Correto?
Holmes fica um minuto em silêncio, então responde:
- Watson, seu imbecil! Significa APENAS que alguém roubou nossa barraca!
A vida é simples... Nós é que complicamos as coisas.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
 

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