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sábado, 27 de dezembro de 2025

DIPLOMACIA LUSITANA

Recebendo o diplomata português na corte, a Rainha Elizabeth, da Inglaterra convidou-o para dar uma volta pelas ruas de Londres numa carruagem real.

De repente, um dos cavalos solta um tremendo peido.

A rainha, perdendo completamente o rebolado, fica toda sem graça e diz:

- Peço mil perdões, Mr. Antunes... Não sei como isso pode acontecer.

E o diplomata lusitano, todo boas maneiras:

- Não há de que se desculpar-se, Majestade... Eu até pensei que tivesse sido o cavalo.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

QUANDO PORTO É O DESTINO

Por Tales de Sá Cavalcante (*)

Convidado pela Universidade Católica, em Porto, cidade portuguesa tão bela que parece ser o destino dos que buscam a beleza, lá fui e opinei sobre o tema "A importância da Educação como motor de transformação social". Fiz pelo ar o caminho inverso do que fizeram pelo mar os bravos portugueses, em 1500. Com o privilégio de a menor distância entre Brasil e Europa ser de Fortaleza a Lisboa, voei, com asas alheias, a agradecer ao genial Santos Dumont, sem esquecer os irmãos Wright. Em vez de sofrer 44 dias, como Cabral e seus liderados heróis dos oceanos, em paz fiz o trajeto em 6 horas e 50 minutos.

Lá, homenageei a cultura portuguesa, com poemas de Fernando Pessoa, a rememorar que "Navegar é preciso; viver não é preciso", e também que "Tudo vale a pena se a alma não é pequena". Agradeci aos lusitanos tantos ensinamentos deles recebidos, inclusive o idioma. E relembrei que os nossos "descobridores" observaram terra à vista ao terem em suas retinas a magnitude do Monte Pascoal, situado na Bahia de Jorge Amado, João Gilberto e Castro Alves, que assim se expressa, no poema "O Livro e a América": "Filhos da Grande nação! / Quando ante Deus vos mostrardes, / Tereis um livro na mão: / O livro — esse audaz guerreiro / Que conquista o mundo inteiro / Sem nunca ter Waterloo... […] Oh! Bendito o que semeia / Livros… livros à mão cheia / E manda o povo pensar! O livro caindo n'alma / É gérmen — que faz a palma, / É chuva — que faz o mar."

Com o exemplo da Coreia do Sul, mostrei que, para a Educação ser o motor de transformação social, necessita de um adequado planejamento econômico. E provei que Sobral, com a implantação das ideias de Izolda Cela e Edgar Linhares, deu os primeiros passos. Finalizei, como iniciei, a usar citação de Fernando Pessoa, que disse: "[...] ouço passar o vento, / E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido." A segui-lo, este humilde educador brasileiro, que, como muitos outros, tanto aprendeu com os portugueses, se despediu a dizer: "Às vezes venho a Portugal. Ouço os lusitanos, e acho que só para ouvir os lusitanos vale a pena ter nascido."

(*) Reitor do FB UNI e Dir. Superintendente da Org. Educ. Farias Brito. Presidente da Academia Cearense de Letras.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 16/11/23. Opinião, p.16.


quinta-feira, 16 de novembro de 2023

BRASIL X PORTUGAL

Por Ruth Manus (*)

Eu tomo café da manhã, ele toma pequeno almoço. Eu tomo leite na xícara, ele toma café na chávena. Eu tomo uma chuvinha besta, ele apanha uma chuva molha parvos. Eu tomo um sorvete de creme, ele toma um gelado de natas. Eu tomo um chope, ele toma uma imperial. Eu tomo um porre, ele apanha uma bebedeira.

Eu pergunto se ele viu minha meia-calça marrom e ele diz que não, não viu meus collants castanhos.

Eu pergunto se ele vai de terno, ele me diz que não vai de fato.

Eu uso calcinhas, que ele diz que são cuecas, ele usa boxers, que eu digo que são cuecas. Eu digo que é uma camiseta bonita, ele diz que é uma t-shirt gira. Eu digo que a nova camisa do Cruzeiro está linda, ele diz que a nova camisola do Porto está brutal.

Eu digo para de frescura e ele me diz não me venhas com fitas. Eu digo que ele não sabe porra nenhuma, ele diz que eu não sei a ponta de um corno. Eu digo se agasalha direito, ele me diz tapa-te bem.

Eu digo muito, ele diz bué.

Eu pergunto se nossos amigos vão trazer as crianças e ele diz que, sim, eles trazem os putos. Eu pergunto se elas estão fazendo o álbum da Copa e ele diz que sim, elas estão a fazer a caderneta do mundial. Eu pergunto se eles têm figurinhas para trocar, ele me diz que eles têm cromos repetidos.

Eu pergunto se vamos de trem, ele diz que vamos de comboio. Eu digo que o encontro em 10 minutos no ponto do ônibus e dez minutos depois ele me diz que já está na paragem do autocarro. Eu digo que o pedágio é carésimo, ele diz que a portagem é um balúrdio. Eu digo que precisamos parar no posto e ele diz que logo ali há uma bomba.

Eu digo que esse goleiro é muito ruim, ele concorda dizendo que é mesmo um guarda-redes muito mau. Eu berro que o atacante estava impedido, ele berra que o avançado estava fora de jogo. E digo que o juiz tá de sacanagem, ele diz que o árbitro está a gozar. Eu digo que não foi escanteio, foi tiro de meta, ele concorda que não foi canto, foi pontapé de baliza.

Eu digo que adoro a Whoopi Goldberg em “Mudança de Hábito”, ele diz que nunca assistiu a “Do Cabaré Para o Convento”. Eu digo que nunca assisti a “O Poderoso Chefão”, ele diz que eu preciso assistir a “O Padrinho”. Eu digo que parei de ver “Bastardos Inglórios” no meio, ele diz que eu tenho que acabar de ver “Sacanas Sem Lei”.

Eu digo que TST é Tribunal Superior do Trabalho, ele diz que TST é Transportes do Sul do Tejo. Eu digo que ABL é Academia Brasileira de Letras, ele diz que ABL é Associação de Basquete de Lisboa. Eu digo que Itau é um banco, ele diz que Itau é Instituto Técnico de Alimentação Humana (e eu digo que falta um H nessa sigla).

Eu digo que comprei caquis, ele diz que comprou dióspiros. Eu peço para ele comprar abobrinha e alho poró, ele compra courgette e alho francês.

Eu digo que gosto de bolo salgado, ele diz que gosta de bôla. Eu digo que gosto de rocambole, ele diz que gosta de torta. Eu digo que gosto de torta, ele diz que gosta de tarte.

Eu digo que era um bando de estelionatários, ele diz que era uma corja de aldrabões. Eu digo que o cara é um babaca, ele diz que o gajo é um parvalhão. Eu digo que o vestido é cafona, ele diz que o vestido é piroso. Eu digo que a dona do vestido é uma patricinha, ele diz que é uma betinha.

Eu digo que temos um problema de sílaba tónica, ele concorda. Eu digo que quero comer sushÍ, ele diz que também quer comer sÚshi. Eu digo que vou de metrÔ, ele diz que me pega na saída do mÉtro. Eu digo que o hotel se chama “Tívoli”, ele diz que se chama “TivolÍ”. Eu digo que busco a miúda no judÔ, ele diz que ela sai do jÚdo no fim da tarde.

Eu digo carinho, ele diz festinhas. Eu digo beijo tchau, ele diz beijinhos grandes e até logo. Eu digo eu te amo e ele poderia dizer amo-te, mas, no fim das contas, ele acaba dizendo eu tambaim q’rida...

Sorte a minha.

(*) Advogada, escritora e feminista; Texto enviado para o jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 29 de outubro de 2023

SOGRA PORTUGUESA, com certeza!!!

A sogra portuguesa chega à casa da filha e encontra o genro saindo com as malas, furioso.

- O que aconteceu, ó, Manuel?

- O que aconteceu?

- Pois aconteceu o seguinte, minha sogra!

- Fui viajar e mandei um WhatsApp para a Maria Isabel avisando que voltaria hoje.

- Chego em casa e o que eu encontro?

Ela com um sujeito, o Joaquim, que é professor dela de judô!

Os dois nus na nossa cama, transando igual dois animais no cio!!!!!

É o fim, estou a ir embora para sempre!

- Calma! - Pede Dona Maria.

Deve haver algo errado nessa história. Maria Isabel jamais faria uma bobagem dessas!

Espere um pouco que vou verificar o que se passou.

Momentos depois, Dona Maria volta sorridente:

- Não disse que havia um equívoco, meu genro?

- A Maria Isabel não recebeu o seu WhatsApp!!!

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

PRÊMIO NOBEL: os judeus portugueses

Meraldo Zisman (*)

Médico-Psicoterapeuta

O fato de ser judeu e exercer o meu ofício de médico no Recife, cidade onde nasci e me criei, e onde meus entes queridos estão aqui enterrados, compreensivo este meu orgulho em avultar a plêiade de destacados médicos Sefárdicos portugueses, muitos deles médicos dos reis de Portugal…

No Castelo de São Miguel em Guimarães, nasce o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, e que escolhe para seu conselheiro um judeu sefárdico de nome Egas Moniz. Decorridos oitocentos anos, desta indicação de um judeu Moniz ser conselheiro do primeiro rei de Portugal, justo, um descendente deste cortesão foi contemplado com o primeiro prêmio Nobel de Medicina (1949), concedido a um descendente direto deste conselheiro homônimo.

Falo do Professor Doutor Egas Moniz e que jamais negou suas origens, sefardita.

Fez a Medicina portuguesa equivaler-se às melhores do Mundo com suas técnicas neurológicas (apesar da técnica da lobotomia pré-frontal ter sido abonada, validam ainda mais as suas descobertas sobre a circulação cerebral).

Saltando-se para Universidade de Coimbra, fundada em 1290 pelo Rei D. Dinís, saliento que os judeus Sefárdicos portugueses, ali se ia concentrar, naqueles que foram médicos famosos e graduados desta mui nobre e tradicional universidade. Considerada um dos mais antigos centros universitários do Velho Mundo e que muito serviu a nós brasileiros, pois diferente das outras colônias das Américas a coroa portuguesa jamais permitiu a criação de universidades em terras brasílicas.

O fato de ser judeu e exercer o meu ofício de médico no Recife, cidade onde nasci e me criei, e onde meus entes queridos estão aqui enterrados, compreensivo este meu orgulho em avultar a plêiade de destacados médicos Sefárdicos portugueses, muitos deles médicos dos reis de Portugal.

Nos tempos do Brasil Colônia a profissão médica era denominada como Profissão ou Negócio de Judeu — os médicos judeus estavam impedidos, mesmo quando convertidos ao cristianismo, de atenderem pacientes cristãos-velhos.

Por isso muitos deles migraram para regiões recém-descobertas pelos navegadores.

(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE), da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES) e da Academia Recifense de Letras. Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).


quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

O BRASIL É FILHO DE PORTUGAL

Meraldo Zisman (*)

Médico-Psicoterapeuta

 “Haverá para nós, no Oriente ou no Ocidente, um lugar de esperança, no qual possamos acreditar? (Judá Há –Levi, (1075-1141), poeta e médico, nascido em Córdoba e falecido no Estado de Israel)”.

O Brasil é filho de Portugal. Quem dele desejar falar terá que começar pelos acontecimentos históricos, políticos, religiosos, econômicos ocorridos na Península Ibérica, particularmente na Lusitânia. Somos todos, amálgama formatada pela civilização que o português criou nos trópicos.  Não importa se pelo genoma ou adoção (genoma social), excetuando os ameríndios, não passamos de descendentes de imigrantes. Por ser branco e judeu não sou, nem menos nem mais brasileiro, que os demais habitantes deste país. Somos, todos, imigrantes!

O que me fez escrever sobre este assunto é a injustiça da História Oficial Brasileira em sonegar a importância do cristão-novo ou marrano na formação do Brasil. Crime odiento. Mais cruel que o extermínio físico é o extermínio intelectual de um povo.

Sem lamentações judaicas: recorro a uma citação talmúdica: as palavras escritas são corpos, as palavras faladas são as almas.

(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE), da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES) e da Academia Recifense de Letras. Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

MEMÓRIAS SOLTAS

Por Lucília Diniz, jornalista de Veja.

Em vez de nostalgia, recordações oferecem bússolas pessoais.

Lisboa é uma cidade que evoca as melhores lembranças de quem já teve o privilégio de caminhar por suas ruas sinuosas. Não são só os espaços históricos, culturais e gastronômicos, “sítios” aos quais o visitante quer sempre voltar. É a sensação de acolhimento proporcionada por uma gente que traz na alma a doçura de um pastel de Belém, corrigida pela melancolia lírica de um fado. Terra de origem da minha família, Portugal convoca reminiscências que estão presentes nos meus afetos. Talvez seja por isso que, certa vez, me chamou atenção uma modesta papelaria, escondida na freguesia de Santo António, que se destaca da vizinhança pelo nome, incomum e instigante, que caberia no título de um romance que Eça de Queiroz não escreveu: “Memórias soltas”. Vim a saber que o nome vem do livro de um economista lisboeta, Manuel Jacinto Nunes, sobre a extensa ficha de serviços prestados ao país no século passado — o que informo só para registro pois o que me encanta no nome não é a que se refere, mas o que sugere.

Memórias soltas são o acervo precioso da nossa experiência. “A memória é um diário que todos carregamos conosco”, escreveu Oscar Wilde. Só posso concordar com o dramaturgo irlandês. Ele quer dizer que o que está escrito no coração dispensa anotações, pois isso a gente não esquece. As recordações são inseparáveis de quem viveu situações que merecem ser guardadas no álbum da vida. Não se trata de nostalgia por um passado que não volta. Trata-se, isso sim, de um acúmulo de aprendizados que, no devido tempo, se transformam em bússola pessoal e podem ser compartilhados com as novas gerações. Quantas vezes, diante de um problema qualquer, pessoal ou profissional, não puxamos pela memória em busca de um parâmetro, resultado de anos de janela, que pode ser útil na solução?

Nesse sentido, memórias são verdadeiras âncoras, que nos ajudam a não nos afastarmos do nosso porto seguro. Isso é bom, por um lado, na medida em que apazigua nossas ansiedades. Mas é ruim, por outro, se permitirmos que as boas lembranças nos prendam ao que ficou para trás e se transformem numa limitação do espírito, no receio de querer ir além do horizonte conhecido. “Memória é a imaginação do que morreu”, anotou o poeta Fernando Pessoa, referindo-se ao perigo de viver permanentemente na tentativa de reeditar o passado.

Com frequência esse impulso determina nossas escolhas. Num restaurante, por exemplo, às vezes somos tentados a pedir o prato de sempre, em vez de explorarmos as possibilidades do cardápio. Nas viagens, da mesma maneira, não é incomum optarmos por roteiros com que temos familiaridade, quando há tantos desconhecidos pedindo para ser visitados. Nada disso, no entanto, evita decepções. A comida e o destino podem não corresponder à lembrança que temos deles — sim, porque memórias são seletivas, retêm o que nos agrada, o que é apenas parte da experiência real.

É por isso que, além de âncoras, as memórias devem ter algo da vela que, estufada pelo vento da curiosidade, nos impele para longe dos mares conhecidos, contribuindo para a formação de novas memórias, num círculo virtuoso.

Da próxima vez em Lisboa vou procurar outra papelaria.

Publicado originalmente na revista Veja. 

Fonte: DINIZ, Lucília. Memórias Soltas. In: Veja, de 27/07/2022, Ed 2.799. Ano 55 n.29. p.79.

sábado, 2 de abril de 2022

NOITE DE NÚPCIAS EM PORTUGAL

Um português jogava tênis e leva sem querer uma bolada forte no pênis, causando um 'trauma muscular peniano'.

Em agonia, dirige-se ao médico:

- Doutor, veja o que é que pode fazer por mim... Vou casar no final da semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.

- Não se preocupe, vou tratar de ti de maneira que esteja tudo em ordem para o dia do seu casamento.

Então, pega 4 pauzinhos, que habitualmente são usados para examinar a garganta dos pacientes e, com esparadrapo consegue prendê-los ao redor do pênis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.

O portuga não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e mostra-lhe os peitos, exclamando:

- És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!

Para não ficar atrás, o noivo baixa as calças, e exclama:

- Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!...

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria definida.

domingo, 1 de março de 2020

OS PORTUGUESES E A MANGUEIRA


Dois portugueses andavam em uma rua despreocupadamente, quando viram um pé de manga bem farto e, animados, começam a jogar pedras nele. Já cansado, José fala para Manoel:
- Ora pois, Manoel, já tem um tempão que estamos cá jogando pedras e não derrubamos nenhuma uma manga. Vai procurar uma escada.
Depois de um tempo, Manoel chega com uma escada.
- Cá está a escada, José!
- Agora suba para ver se tem alguma madura.
Manoel subiu e lá de cima do pé de manga fala para José:
- Essa aqui está madura.
E o português que ficou segurando a escada prontamente diz:
- É mesmo? Que maravilha! Agora desce pra gente poder jogar pedra.
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

domingo, 17 de setembro de 2017

ACONTECEU NO SHOW DO U2 EM PORTUGAL


Num concerto da Banda U2 em Lisboa, Portugal, o vocalista Bono pediu silêncio ao público e depois começou a bater palmas, no ritmo da música que os colegas de banda tocavam. Ele foi batendo palmas... a música ficando cada vez mais suave...
Então ele olhou para os músicos e eles também silenciaram. Só as palmas ritmadas do Bono ecoavam pelo estádio lotado. Ele foi se movimentando até o microfone e olhando para as pessoas, todas quietas... Então disse, num tom sério:
- Eu quero que vocês pensem nisso... A cada batida de minhas mãos, uma criança morre na África!
Então ouviu-se a voz de um portuga das arquibancadas, em alto e bom som:
- Ó caralho, então pára de bater palmas, ó filho de uma puta!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

sábado, 29 de abril de 2017

AI JUAQUIM........



Juaquim era enfermeiro de uma UTI e tratava de uma mulher internada em estado de paralisia total.
Nove meses depois ela aparece grávida, para o espanto de todos.
A Direção do Hospital se reuniu e deu queixa na delegacia para achar o culpado.
A polícia, então, começou interrogando o Juaquim:
- O senhor era o enfermeiro da paciente grávida?
- Sim Senhoire...
- E foi o senhor então quem engravidou a moça?!
- Foi sim, senhoire, mas só fiz por ordem do Hospital e cumpri rigorosamente o que estava escrito na prancheta da paciente.
- Como assim? O que estava escrito no boletim médico?
Juaquim, então, retirou uma cópia do relatório e leu para o delegado:
"Mulher, 32 anos, desacordada, não reage a nenhum estímulo COMA
Fonte: Internet (circulando por e-mail e sem autoria definida).

quinta-feira, 23 de junho de 2016

JOÃO SEMEDO


Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
Parece título para conto de aventura infantojuvenil, mas não é. João Curvo Semedo foi médico notável no período barroco (século XVII)  português. Formado na Universidade de Coimbra em 1662, suas receitas combinavam os princípios hipocráticos e galênicos com a alquimia (dos remédios polivalentes, físicos e morais) e a magia, então vigentes desde a fundação das universidades, no século XIII. Exceleu na Clínica, e pioneiramente no emprego de medicamentos químicos, usando amiúde (com frequência) a quina, o mercúrio, e o antimônio.
Este fora inventado por um facultativo (médico) espanhol, e popularizado como remédio secreto, os “Pós de Quintiliano”. Em 6/2005, Murilo Martins, comentando uma comédia de Molière, referiu-se a um monge beneditino que ministrava sais desse metal a porcos, causando-lhes obesidade; experimentando-os em monges desnutridos, estes logo faleciam. Portanto, a palavra antimônio seria originária do vocábulo “anti-monk”, ou antimonge! (“Literapia” 12:39-40). Modernamente, o antimônio é usado na Leishmaniose (N–metil glucantine).
João Semedo revelou-se igualmente como introdutor das meizinhas no Portugal seiscentista. Para outro pesquisador cearense, professor Edísio Tavares, essas mezinhas eram comercializadas pelas boticas (farmácias àquela época) como folhas, flores, raízes, cascas e extratos fluidos (“Remédios antigos. Uma breve história da Farmacoterapia”. Anais da Academia Cearense de Medicina, IX, no. 9, 05/1998 – 05/2000. A propósito, lembramos nosso artigo “Chás.com”, O POVO, 10/9/2008).
Além desses simples, i.e., plantas medicinais em estado natural, o fetichismo então predominante incentivava o culto de entidades espirituais supostamente representadas por insetos, sapos, peles de crocodilos, excrementos, urina de cavalo, sangue menstrual, casca de ovo, penas de avestruz. Ainda consoante Tavares, E, no século XVII coube a Robert Boyle expurgar a farmacopeia inglesa dessas substâncias, mas o mesmo conservou como útil “sola de sapatos velhos gastos por longas distâncias” (lírico!). Curiosamente, no seu “Vocabulário Português e Latino”, Coimbra, 1712, Rafael Bluteau listou a palavra “mesinheiro” como equivalente a médico. Outros sinônimos seriam físico, pulsista, homicida tolerado, assassino impunido, árbitro dos mortais!
Este atraente tema pode ser visitado com mais vagar nas obras dos cearenses Josa Magalhães, Eduardo Campos, Florival Seraine, e do soteropolitano (baiano) Fernando São Paulo, lente (professor) de terapêutica naquele estado (“Linguagem médica popular no Brasil”, 2 vols., Editora Itapuã, Salvador, 1970). Ecoando seu tempo, Semedo, adepto da magia, professava a teoria dos humores, atribuída a Hipócrates, Galeno (?), ou Políbio, sobrinho e aluno daquele. Tais líquidos corporais, daminhos, seriam o sangue, a bile amarela, a fleuma (flegma, ou pituita), e a bile negra, ou atrabílis.
Destarte, o dr. João Curvo Semedo influenciou deveras a medicina ulissiponence (de Ulissipo, hoje Lisboa). De sua obra (nove volumes) ficou mais conhecida “Polianteia Medicinal”, de 1680. Denotando a típica ingenuidade, ou singeleza da língua lusitana, seu livro derradeiro foi intitulado “Atalaya da vida contra as hostilidades da morte”. Faço ponto aqui. Parece “paresse” (preguiça em francês), mas não é.
(*) Professor Emérito da UFC. Titular das Academias Cearense de Letras, de Medicina e de Médicos Escritores.
Fonte: O Povo, Opinião, de 25/5/2016. p.10.

domingo, 5 de junho de 2016

PORTUGUÊS NO AEROPORTO


O português estava para pegar um avião para visitar Portugal, quando uma coisa no aeroporto chamou sua atenção Era um computador com voz que identificava os passageiros por um novo sistema de reconhecimento de imagem. Assim que ele passou, o computador acusou:
- Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do vôo 455 da TAP.
Impressionado, Manoel foi ao banheiro, raspou o bigode e mudou de camisa.
Ao passar pelo computador, a voz acusou novamente:
- Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do vôo 455 da TAP.
Mas Manoel não se deu por vencido! Voltou para o banheiro e passou maquiagem colocou uma peruca ruiva e um vestido.
- Agora eu provo que essa máquina é burra!
A máquina acusou de novo:
- Manoel, 52 anos, português, casado, que por causa dessa viadagem acaba de perder o vôo 455 da TAP.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sábado, 4 de junho de 2016

ALMOÇO DO PORTUGUÊS


O português entra no restaurante e pergunta:
- Por favor, me dá uma bacalhoada!
Ao que o atendente pergunta:
- Já sei! O senhor é português?
- Como descobriste? Foi por causa do meu sotaque ou pelo fato de eu ter pedido bacalhoada?
- Nem um nem outro.... É que aqui é o McDonald's!!!
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sexta-feira, 20 de maio de 2016

CONVITE PALESTRA: Atlântico, uma revista e dois regimes



O INSTITUTO DO CEARÁ (Histórico,Geográfico e Antropológico), tem a satisfação de convidar para a palestra do DR. LÚCIO GONÇALO DE ALCÂNTARA, sobre o tema:ATLÂNTICO, UMA REVISTA E DOIS REGIMES”.
Data: 20 de maio de 2016 (sexta-feira)
Local: Instituto do Ceará – Rua Barão do Rio Branco, 1.594 (Praça do Carmo)
Horário: 15 horas
Traje: Esporte 
 

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